Antes de pensar em internacionalizar a empresa, é preciso mapear os concorrentes e onde eles estão

Como internacionalizar a empresa
Para internacionalizar a empresa, é preciso pensar global e estudar a concorrência.

O empreendedor que pretende internacionalizar a empresa tem uma tarefa difícil. São várias opções de países – mais de 400 km² de território a ser explorado. O Vale do Silício, por exemplo, não é propício a negócios que envolvem tecnologia. Isso porque a região impõe inúmeras dificuldades para empresas brasileiras. Além disso, a competitividade é descomunal, o que torna o processo inviável.

Mas este ainda não é o primeiro passo para a internacionalização da empresa. Primeiramente, o empresário tem de pensar global. Trata-se de uma exigência essencial a toda micro e pequena empresa, como é o caso das startups. Uma boa ideia é desenvolver um site em inglês, onde é possível adicionar telefones internacionais, além do endereço – inserido de forma estratégica para clientes no exterior.

Letícia Passarelli foi uma vitoriosa empreendedora, que conseguiu internacionalizar sua empresa. Ela criou um app para localizar estacionamentos de veículos. Sua startup já começou com nome global (desenvolvido em inglês) para ultrapassar as fronteiras. Desde o início, o objetivo foi internacionalizar a empresa para facilitar sua conexão com o mercado internacional. Com o aplicativo, o usuário já sabe antes de sair de casa, ou de outro lugar, onde vai estacionar e quanto vai pagar pelo estacionamento.

A ideia foi inovadora, pois em qualquer lugar do mundo estacionar é um sério problema. No Brasil, o serviço passou a ser oferecido aos usuários desde 2013. Mas, em 2015, a startup passou a operar em cinco países – como Japão, Nova Zelândia, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos. Atualmente, o aplicativo conta com mais de 70 mil usuários, com boa lucratividade e projeções para crescimento.

Mas antes de pensar em internacionalizar a empresa, é preciso mapear os concorrentes e ver qual a sua localização. Dessa forma, torna-se mais fácil estudar a concorrência. Durante a pesquisa, o empreendedor pode aprender muito, desenvolver novas ideias ou melhorar outras já existentes. Foi assim que Letícia descobriu o conceito colaboratividade. Trata-se da participação dos próprios usuários, que cadastram e atualizam informações sobre os estacionamentos.

O diferencial da startup da jovem empresária foi checar os dados informados – os concorrentes não realizavam essa checagem. Com isso, a empresa cresceu e ganhou o mercado externo de forma rápida e produtiva. Hoje, seu faturamento é gerado de parcerias com seguradoras.

Segundo especialistas, Portugal é um dos países mais promissores para internacionalização de empresas brasileiras. As relações comerciais são mais abertas, com mais vantagens para as startups. Mas há outros países e cidades no exterior que querem investir no Brasil, como Dubai. Lá os fundos de investimento estão de olho em países estrangeiros. Esta pode ser uma oportunidade única para crescer no mercado externo.

Fonte: PEGN.

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